► O lado opcional da vida

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As incongruências de uma vida a dois

( amantes )

.Creio que nos tempos modernos, passar a vida como amante de um homem casado é uma situação comum a muitas mulheres.
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Há bem pouco tempo a amante ainda era vista como uma mulher desorientada, cabisbaixa, rebaixada, e até uma espécie de prostituta interesseira que só pensava em como usufruir ou tirar dinheiro ao homem casado. Sinceramente por relatos de amigos comuns, todos eles negam estas evidências, pessoalmente também nunca pensei isso.
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Com o passar dos anos as mulheres que vivenciam esta situação já não são vistas desta forma; mudaram a sua ‘imagem’. A amante de hoje já não vive marginalizada; ela vê-se como companheira e cúmplice numa relação de afectos em que o dinheiro pouco conta.
Há estudos que comprovam que ela sente amor pelo seu amante e, apesar de não ser casada legalmente, sente-se profundamente comprometida. É fiel ao seu parceiro e acredita que ele também é fiel a ela.
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A amante moderna reconhece as vantagens, quando as há, da sua condição. Não sente ciúme da mulher legítima. Em algumas situações valoriza a sua condição, porque a verdadeira, a outra, é a esposa e não ela. O amante curte a sua companhia, conta-lhe e segreda-lhe coisas que não fala com/ ou para a sua esposa.
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Na visão delas, as mulheres oficiais dos seus amantes ora aparecem como coitadas, ora como vítimas, submissas, enganadas ou traídas.  Já a outra é descrita pelos amantes como a companheira ideal, inteligente, independente, moderna, atractiva e muito sexy.
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A amante tem um vínculo baseado no prazer, no desejo, no entendimento sexual, mas também na amizade, na compreensão e no companheirismo. Quase sempre compartilha esta relação apenas com alguns amigos chegados. Ser amante significa transgredir a lei, amante tem cheiro de pecado, e todo o pecado tem gosto de prazer.
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Para terminar e vale o que vale, direi que, normalmente o desejo acaba no casamento. Motivos? A rotina, a excessiva intimidade, a falta de mistério, aliado obviamente ao controle dos parceiros.
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Escrito e Adaptado por Jota Ene
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► A (in)sensibilidade

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A sensibilidade (ainda) é uma palavra vã.

Sim, quer-me parecer que não há obrigatoriedade de aliar a sensibilidade ao amor, mas que é imperioso que isso aconteça para o equilíbrio emocional da relação, lá isso é.

Enfim, creio que não se aprende a ser sensível: ou se nasce com esse ‘dom’ e tenta-se moldá-lo com maior ou menor dificuldade ou a pessoa com a falta dessa característica, certamente, nunca será feliz consigo própria.

A minha opinião fracturante, quiçá irrelevante, é que o mundo é de quem não sente. A condição essencial para se ser uma pessoa prática e pragmática é a total ausência de sensibilidade. Muitos lidam bem com essa falta de sentimentos.            

                                                                                                                                 … by Jota Ene  ©

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► Concursos e fotografia

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No que diz respeito à fotografia e aos respectivos concursos, tenho uma opinião muito própria que passo a dissertar. Muitas vezes, devido a este ‘hobby’, sou solicitado por amigos e familiares a participar em alguns concursos de fotografia. Evito tomar parte nessas ‘reuniões’, levando as pessoas que me são próximas, a questionarem-me o porquê da minha renúncia em alguns eventos dessa natureza… ‘aqui e ali’

Passo então a explicar essa minha renúncia. Penso que a fotografia é como quase toda a arte, o espelho da alma do fotógrafo e como tal não pode ser mensurável ou mesmo comparável com rigorosamente nada. Acho injusto que um júri, formado por um painel de ‘pseudo-conhecedores de fotografia’ determine que “X” obra, é melhor que “Y”.

Fazer competição em arte e nomeadamente em fotografia é algo que não entendo nem nunca irei entender e esse é o porquê de raramente participar nesses ditos concursos, por mais “inócuos” que eles sejam. Contudo, dou o maior apoio a essas iniciativas, penso que é um estímulo enorme para quem está a começar.

… by Jota Ene ©

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► o Pôr-do-Sol

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O entardecer de um pôr-do-sol é uma experiência única e irrepetivel, sobretudo à beira-mar. É, sem duvida, um instante de descanso e êxtase que me conduz à reflexão sobre coisas além deste mundo passageiro. Fica-me sempre na mente, a sensação de eternidade.

Deleito-me diante de um ‘poderoso’ pôr-do-sol tão belo, certamente, quanto o amanhecer. Apenas tenho primazia p’lo ‘ocaso da natureza’ e na contemplação deste, conseguindo deste modo desligar-me da vida apressada e stressante imposta pelo materialismo humano… apelando a outros valores importantes na vida, quiçá, o amor.

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► Um bom comentário

Na blogosfera ou mesmo nas redes sociais, obviamente aprecio um bom comentário, seja favorável ou não. Se os primeiros estimulam, nestes últimos aprende-se quando têm fundamento e tivermos capacidade de os assimilar. Uma piada com humor razoável é sempre bem-vinda, mas humor grosseiro e mal escrito dá mau aspecto ao blogue que admisnistramos e só mostra a saloíce e o caracter de quem o escreve.

… by Jota Ene © 

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► É moda o idioma inglês ?

Como português, sou um defensor acérrimo da lingua portuguesa, mas ainda não consegui entender porque uma minoria de pessoas da nossa praça, aqui nos blogues ou mesmo em redes sociais, usam a língua inglesa nos post’s ou nos respectivos murais? 

Penso que este novo tipo de escrita [inglês] começa a ser uma espécie de bandeira, de estilo, que os jovens portugueses tentam desesperadamente imitar arrasando assim, o nosso idioma.

Mas será que tem mesmo de ser assim? Não haverá aqui um regresso às cavernas, a formas mais pobres de entendimento? Será um índicio de que algo está mudar? Ou será um sinal positivo de uma nova sociabilidade emergente, mais tribal, aberta, sadia, informal e menos rígida? Não, não me parece …
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… o que me apraz registar é que os jovens de hoje, muitos deles, passaram mais de uma dezena de anos sentados nas escolas sempre em ambientes onde se falava línguas tão elaboradas e inteligentes como o português, e que de forma provinciana renegam a sua língua-mãe, quase arriscaria dizer e ler o pensamento desta juventude, “bom… escrevo em inglês porque está na moda!” 
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► A filosofia da vida

 

Sem filosofia não se escrevem cartas de amor. 
Sem filosofia não se tem orgasmos.
Sem filosofia não se vive a vida.
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Enfim, filosofando para transmitir que…
 
… não se deve iniciar a vida com aquilo que pensamos ser um grande amor ou um bom emprego. Sim, essa ‘escolha’ acabará por complicar a suposta felicidade que procuramos, e porquê? Porque se te agarras a ambos p’ro resto da vida, perdes, quiçá, a chance de vivenciar outras experiências, provavelmente mais maravilhosas. Mas pior que isso, é essa aparente estabilidade inicial encher-te de medo. Medo de perder, medo de não seres capaz de crescer, nem de superar uma perda. Então, só te resta inconscientemente  abraçares o teu magro salário ou deitares-te no colo desse amor minguante … 
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 … by Jota Ene ©

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► A ingratidão

Um bem-haja às pessoas que de algum modo se revoltam contra todo o tipo de ingratidão. Ai dos indiferentes e dos covardes, que em proveito próprio aplaudem e aprovam a ingratidão! Hoje, irei abordar sintéticamente a ingratidão na vertente sentimental,  para que se possa entender melhor esse fenómeno. Óbviamente, as teorias que apresento seguidamente são aplicáveis aos universos masculino e feminino.

  • A ingratidão é uma forma egoísta e subtil de fraqueza intelectual.
  • A ingratidão é a tal manifestação vil do egoísmo, que é necessário extirpar.
  • A ingratidão nulifica o amor, aniquila a nobreza d’alma e destrói qualquer virtude.

O ingrato quer-me parecer que: tem coração mas não sente, tem alma mas não ama. O ingrato não mostra sentir dor, mas, orgulhoso e alheio aos sentimentos, repele de si a ideia de sofrimento. Não se pode dissociar  genéricamente que o ingrato é seguramente uma pessoa infeliz.

Solidão? [O Jota prefere]
sim, com gelo e limão.
Ingratidão?
não, obrigado.

OBS: – Porque me foi solicitado, a imagem do disco de 78 RPM que apresento neste ‘post’ representa o tema de um samba de nome ‘Ingratidão’, numa gravação brilhante, um original de 1941, interpretado por Waldemar Reis e o conjunto “Garoto e seus Garotos”.

… by Jota Ene ©

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► A motivação

2012Neste ano que se inicia agora… quer-me parecer que há um detalhe estritamente importante e necessário para encararmos a vida com outra visão… ‘a motivação’. É essencial termos motivação para os dias de hoje, para a vida e principalmente para trabalhar, o que nem sempre é fácil.
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Claro que atingir níveis de motivação de pessoas como ‘Cristiano Ronaldo’ apenas está ao alcance de alguns previlegiados. Serão talvez pessoas especiais com uma capacidade de motivação e de focagem muito amplas.
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Em matéria de trabalho, nas nossas empresas nem sempre existe motivação. As empresas sabem-no disso e criam estratégias para aumentar a motivação dos seus trabalhadores. Óbviamente, o mais antigo dos detonadores de motivação é: – o aumento salarial – passando por prémios de desempenho ou/até ofertas radicais como participações  em orgias pagas pela própria empresa, como aconteceu recentemente numa empresa a laborar na Alemanha.

Ora bem, como reagiríamos todos nós perante uma oferta profissional desta índole?  – UMA ORGIA – (!)

Será que um ‘bónus’ desta natureza seria um bom ‘handicap’ e bem aceite por todos? Seria esta uma terapia comportamental, a mais eficiente para enfrentar os diversos problemas de falta de motivação? E os menos activos sexualmente, bem como os assexuados, como encarariam tal oferta? Seria entendível como uma discriminação?

Vem 2012, mas vem com tudo e humilha… 2011 !!!

… by Jota Ene ©

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► Um bom vinho

Os vinhos de menor valor quase não são publicitados na blogosfera, é muito raro ver um vinho abaixo dos 2 euros ser provado e ‘traduzido’ num post, e são precisamente esses, os bons vinhos, presumo eu, os mais consumidos em Portugal. Estes dão algum conforto financeiro aos produtores. Face a essa ausência de dados, tentarei registar, aqui, a degustação desse vinho .

Foi precisamente  um vinho dessa gama que tive oportunidade de provar recentemente. É um vinho alentejano de boa cepa das ‘Encostas de Estremoz’. Não entendendo nada de vinhos posso acrescentar que é um vinho fácil, acessível, deliciosamente frutado e com uma forte componente vegetal. É um vinho para o quotidiano, muito barato, para consumo despreocupado e para ambientes festivos. O Jota recomenda vivamente este ‘néctar da uva’. ✔

… by Jota Ene © 

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